Dias 38-41 – 20180127-20180130: Quatro Dias Meio Corridos

No dia 26/1/18, Sexta-feira, conforme já descrito no artigo anterior, fomos a Pittsburgh. O evento mais importante (para mim) foi a visita ao Pittsburgh Theological Seminary. Dormimos lá, num hotel boutique interessante, chamado Distrikt (assim mesmo), no Boulevard of the Allies.

No dia seguinte, 27/1/18, Sábado, nos levantamos, tomamos um café da manhã meio reforçado (em relação ao que comumente tomamos) e fomos para o Carnegie Science Center, de Pittsburgh. Acho que, aproveitando o Inverno, tudo está em reforma por aqui, porque esse “Museu Ativo” também estava, em grande parte, em obras. Mesmo assim deu para passer lá umas três ou quarto horas. A Paloma, que gosta mais dessas coisas, como Museus Ativos e Espaços Maker, divertiu-se mais do que eu. Assistimos a uma sessão do Planetário, mas confesso que cochilei um pouco (a cadeira era extremamente confortável e o assunto mais para criança do que para adulto – quanto mais para velho…).

Eis o site do Carnegie Science Center, para maiores explorações:

http://www.carnegiesciencecenter.org/

Voltamos para Cortland já no fim da tarde e, à noite, fomos assistir a um festival de dança no Teatro Packard, em Warren, OH (no distrito de Champion), que fica ao lado do Museu Packard.

Um parêntese sobre Packard e seus carros de luxo, retirado da Wikipedia, no verbete “Packard” (vou deixar os links para quem quiser explorer o assunto, acrescentando negritos, para ênfase):

“1899–1905

Packard was founded by James Ward Packard, his brother William, and their partner, George Lewis Weiss, in the city of Warren, Ohio, where 400 Packard automobiles were built at their factory on Dana Street Northeast, from 1899 to 1903.

A mechanical engineer, James Packard believed they could build a better horseless carriage than the Winton cars owned by Weiss, an important Winton stockholder, after Packard complained to Alexander Winton and offered suggestions for improvement, which were ignored; Packard’s first car was built in Warren, Ohio, on November 6, 1899.[1]

Henry Bourne Joy, a member of one of Detroit‘s oldest and wealthiest families, bought a Packard. Impressed by its reliability, he visited the Packards and soon enlisted a group of investors—including Truman Handy Newberry and Russell A. Alger Jr. On October 2, 1902, this group refinanced and renamed the New York and Ohio Automobile Company as the Packard Motor Car Company, with James Packard as president. Alger later served as vice president.[2]

Packard moved operations to Detroit soon after, and Joy became general manager (and later chairman of the board). An original Packard, reputedly the first manufactured, was donated by a grateful James Packard to his alma mater, Lehigh University, and is preserved there in the Packard Laboratory.[3] Another is on display at the Packard Museum in Warren, Ohio.[4]

In the beginning, all Packards had a single-cylinder engine until 1903.[1] Packard vehicles featured innovations, including the modern steering wheel and, years later, the first production 12-cylinder engine, adapted from developing the Liberty L-12, and air-conditioning in a passenger car. Packard produced its “Twin Six” model series of 12-cylinder cars from 1915 to 1923.[5]

While the Black Motor Company‘s Black went as low as $375,[6] Western Tool Works‘ Gale Model A roadster was $500,[7] the high-volume Oldsmobile Runabout went for $650,[8] and the Cole 30 and Cole Runabout[9] were US$1,500,[10] Packard concentrated on cars with prices starting at $2,600. The marque developed a following among wealthy purchasers both in the United States and abroad, competing with European marques like Rolls-Royce and Mercedes Benz.

The 3,500,000-square-foot (330,000 m2) Packard plant on East Grand Boulevard in Detroit was located on over 40 acres (16 ha) of land. Designed byAlbert Kahn Associates, it included the first use of reinforced concrete for industrial construction in Detroit and was considered the most modern automobile manufacturing facility in the world when opened in 1903. Its skilled craftsmen practiced over 80 trades. The dilapidated plant still stands,[11][12] despite repeated fires.[13] The factory is in close proximity to the current General Motors Detroit/Hamtramck Assembly, which was the former site of the Dodge Vehicle factory from 1910 until 1980. Architect Kahn also designed the Packard Proving Grounds at Utica, Michigan.”

Eis fotos de alguns Packards:

Para uma impressionante lista dos modelos fabricados pela Packard, ver:

https://www.ranker.com/list/full-list-of-packard-models/reference

É isso. Packard construiu um enorme e sofisticado teatro para sua comunidade em Warren, com (estimativa minha, baseada no Cine Carlos Gomes de Santo André, que tinha 1814 lugares) cerca de 1.800 lugares, e foi lá que fomos assistir a um verdadeiro festival (ou a uma verdadeira maratona!) de danças – 48 apresentações! – por alunos das diversas escolas de dança da região. Minhas duas netas, Olivia e Madeline, participaram, como também participou, ela em quarto números, a Sidney, minha mais nova neta adotiva, filha do John, namorado da Andrea…

Foi, na realidade, uma “overdose”. Depois de nossas três meninas terem dançado os seus números, saímos, antes do fim, e fomos para a casa da Andrea, celebrar.

No dia seguinte, o Domingo, 28/1/18, ficamos em casa, comendo e bebendo o dia inteiro. Nem botamos o pé fora de casa.

Na Segunda-feira, ontem, 29/1/19, viemos para Niagara Falls. A Paloma vai narrar os aspectos mais críticos da estada aqui, mas eu digo apenas que a cidade estava totalmente deserta. A maior parte das lojas estava fechada (nevava, ventava e fazia muito frio) e era quase impossível ficar andando no parque e nas ruas da cidade. Fomos até um cassino na frente do hotel em que estávamos (um belo Sheraton cobrando apenas 52 por diária!) e lá nos esquentamos, eu tomei um chocolate quente enorme (a Paloma tomou um milk shake de morango!). À noite tomamos sopa de cebola gratinada no Friday’s que fica dentro do hotel

Hoje, 30/1/2018, Terça-feira, levantamo-nos tarde, vamos sair do hotel ao meio-dia e ir almoçar no Hard Rock Café (que, felizmente, está aberto). E, daí, voltar para casa.

Vide algumas fotos da neve tiradas a partir de dentro do nosso quarto, no sexto andar (o último) do Sheraton:

A Paloma tem mais fotos e fotos mais interessantes, feitas com a GoPro 05 dela, que, espero, ela compartilhe aqui.

Amanhã  e depois, dias 31/1 e 1/2/2018, iremos passar em Território Amish, com a Andrea. Nos dias 2 e 3, preparação para a ida para o Oeste, no dia 4, de madrugada. Nossa viagem, depois de 45 dias de iniciada, com a saída de Salto, caminha para a reta final. Ficaremos cerca de 15 dias no Oeste (Las Vegas e região da Baía de San Francisco).

É isso. Lamento esse relato meio chocho. Mas ele corresponde à realidade (contribuição do Inverno Extremo do Norte da América do Norte este ano).

Em Niagara Falls, 30 de Janeiro de 2018

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