Dia 33 – 20180122: Grove City College

Na segunda-feira, dia 22/1/2018, fomos até a cidade de Grove City, no Estado da Pensilvânia, para, entre outras coisas, visitar o conhecido “college” que assume o nome da cidade: Grove City College (GCC).

Pelas rotas mais retas e, por conseguinte, mais curtas, Grove City fica 42 milhas ao Sudeste de Cortland, OH, onde estou, e 58 milhas ao Norte de Pittsburgh, PA, onde morei por vários anos nas décadas de 60 e 70.

Tinha excelentes razões para ir rever GCC e mostra-lo para a Paloma.

Em primeiro lugar, quando fiz o Mestrado em Teologia no Pittsburgh Theological Seminary (PTS), em Pittsburgh (a maior cidade do Oeste do Estado da Pensilvânia, e a segunda cidade do estado, atrás apenas de Filadélfia, que fica em seu extremo Leste — a capital do estado, Harrisburg, é apenas a décima cidade em população no estado), uma parcela significativa dos alunos que ingressavam no Mestrado havia cursado a Graduação em Grove City. O GCC era, assim, uma espécie de fornecedor privilegiado de alunos para o PTS. Isso não é difícil de entender: ambas as instituições, GCC e PTS, são baluartes característicos do Presbiterianismo numa região que é, do ponto de vista religioso, marcada pelo Presbiterianismo. O vale em que corre o Rio Ohio, que é formado em Pittsburgh, pela junção dos Rios Allegheny e Monangahela, e corre em direção Oeste, indo desaguar no Rio Mississipi, é conhecido como “O Vale Presbiteriano” [Vide William Wilson McKinney, The Presbyterian Valley (Davis & Warde, Inc., Pittsburgh, PA, 1958)].

Em segundo lugar, minha filha mais velha, Andrea, que nasceu nos Estados Unidos (na Califórnia), e que viveu sua vida quase inteira na região que fica entre Cleveland, OH, e Pittsburgh, PA, fez seu curso de Graduação em GCC, durante os anos de 1991 (Setembro) a 1995 (Maio). E ela adorou a instituição e o lugar. E o curso que ela fez foi muito bom e lhe serviu muito bem. Durante o curso, ela leu Ayn Rand, o que me deu grande satisfação, porque Ayn Rand é minha filósofa e autora de ficção favorita. Li o trabalho da Andrea e tenho uma cópia dele comigo. Em aulas de Economia, ela aprendeu bastante sobre os economistas austríacos, em especial Ludwig von Mises e Friedrich von Hayek. Lá ela também estudou Milton Friedman, o economista americano mais respeitado. Von Hayek e Friedman foram ganhadores do Prêmio Nobel de Economia, respectivamente em 1974 e 1976. Na formatura da Andrea, a paraninfa foi Linda Chavez, ex-militante do Partido Democrata, que se tornou ativista e autora de tendência liberal clássica, laissez-faire. Ela foi assessora de Ronald Reagan durante a presidência deste, na área de Educação e Direitos Civis, e foi indicada por George W. Bush para dirigir o Ministério do Trabalho dos EUA – mas retirou seu nome quando se viu acusada, pelos Democratas, de ter empregado em sua residência uma estrangeira que havia entrado no país ilegalmente. Para não prejudicar George W. Bush, Chavez resolveu retirar seu nome da indicação feita ele. [Vide, a respeito, http://www.notablebiographies.com/Ch-Co/Chavez-Linda.html].

Em terceiro lugar, Grove City é uma cidade pequena, mas muito bonita e pitoresca, nas montanhas de Allegheny, e tem, já faz algum tempo, como especial atrativo, um dos primeiros e maiores “Outlet Malls” dos Estados Unidos, o Grove City Premium Outlets, com mais de 140 lojas. [Vide http://www.premiumoutlets.com/outlet/grove-city e, em especial, a página http://www.premiumoutlets.com/outlet/grove-city/stores].

Por isso, saímos para Grove City por volta de 11h da manhã e só voltamos por volta das 21h, ficando fora cerca de dez horas.

Paramos primeiro no Mall, em parte porque ele fica na entrada da cidade… Acabamos ficando lá das 12h até às 17h – sem que a Paloma conseguisse ver todas as lojas que queria… Mas nas que visitou, abasteceu-se bem…

Por volta das 17h, fomos para o College. O dia estava nublado, com chuviscos intermitentes, e já estava começando a escurecer. Mesmo assim, tiramos mais de 150 fotos, algumas muito boas, que podem ser vistas no Facebook:

https://www.facebook.com/eduardo.chaves/media_set?set=a.10155971799187141&type=3

Tanto eu como a Paloma tiramos fotos – e eu, como é meu costume, em geral tirei no mínimo duas fotos de cada objeto ou cenário, para a eventualidade de uma não sair muito boa. E não gosto de ficar selecionando fotos: normalmente, disponibilizo todas. Por isso, há um bocado de repetição e redundância no álbum fotográfico, em respeito ao princípio (meio duvidoso, admito) de que “aquilo que existe em abundância não prejudica” (quod abundat non obstat). Os objetos favoritos de fotos foram o prédio da administração, o edifício de ciências naturais, a bela capela. Os dormitórios (masculino e feminino) também foram objeto de algumas fotos. . .

GCC é considerado um dos melhores “liberal arts colleges” (LAC) dos Estados Unidos – talvez seja o melhor LAC conservador do país. O qualificativo “conservador” aponta para duas vertentes. A primeira, e mais ostensiva, é a vertente religiosa – mais do que apenas religiosa, na verdade, cristã, protestante, evangélica e presbiteriana – da instituição. A segunda, que em determinados momentos se tornou a mais importante na história da instituição, é a vertente liberal à moda antiga – isto é liberal ao estilo antigo, laissez-faire, estado mínimo (centrado na lei, na ordem e na segurança), com estrita separação do estado, ainda que mínimo, da religião, etc.

A junção, através de uma aliança política, dessas duas tendências, a de um cristianismo protestante, evangélico e eticamente conservador (contra o aborto, contra a revolução sexual, contra o homossexualismo, etc.) e a de um liberalismo clássico (que defende um estado mínimo de direito [natural e positivo], mero garantidor das liberdades e dos direitos individuais e mantenedor da ordem e da segurança, e que não interfere na esfera privada, seja na área econômica, seja na área religiosa, seja na área da saúde, seja na área da educação privada e particular, deixando que a iniciativa privada cuide de seus interesses nessas áreas), garantiu a eleição de Ronald Reagan, dos dois Bushes e de Donald Trump, no total, em seis mandatos.

Mas GCC não é considerado um liberal arts college por ser liberal nesse sentido. Ele é liberal no sentido de que enfatiza uma visão de mundo que postula que, sem a educação, dificilmente alguém tem condições de ser verdadeiramente livre. A expressão “liberal arts” se refere às sete “artes liberais” enfatizadas tanto na educação clássica como na educação medieval, a saber: a linguagem, a lógica, a comunicação-expressão (retórica), a aritmética, a geometria, as ciências naturais (ilustradas pela astronomia), e as artes (ilustradas pela música). As três primeiras constituíam, na Idade Média, o chamado Trivium, as quatro últimas, o Quadrivium. O Trivium equivalia, mais ou menos, à Educação de Nível Fundamental, e o Quadrivium, à Educação de Nível Médio. Juntos, o Trivium e o Quadrivium constituíam o que hoje chamamos no Brasil de Educação de Nível Básico. Depois dela vem a Educação de Nível Superior (que, na Idade Média, se limitava a quatro áreas: Filosofia, Teologia, Direito e Medicina).

Um liberal arts college, portanto, é uma instituição de ensino superior que não equivale nem a uma faculdade, nem a uma universidade – como as conhecemos no Brasil. Difere de uma faculdade por abranger várias áreas do conhecimento: a língua materna, as línguas estrangeiras, as literaturas, a lógica (com ênfase na argumentação e no debate, que culminam na convicção), a retórica (com ênfase na apresentação e na comunicação eficaz de ideias, que desembocam na persuasão), as matemáticas, as ciências (hoje não apenas as naturais, mas também as humanas ou sociais, incluindo a Psicologia e a Economia), e as artes em geral (hoje não apenas a música, mas também as artes plásticas e cênicas, e, talvez, até a chamada arte digital). Difere, por outro lado, de uma universidade por enfatizar a formação geral e integral da pessoa, como indivíduo e cidadão – deixando de lado aquilo que caracteriza basicamente a formação profissional e a formação especializada, que ficam em Escolas Profissionais (Teologia, Direito, Medicina, etc.) e nas diversas Pós-Graduações (Mestrado, Doutorado, e, hoje, o importante MBA).

Mesmo as grandes universidades (às vezes chamadas de multiversidades) que enfatizam a Pesquisa, a Pós-Graduação, e a Formação Profissional, preservam a unidade conceitual do que deve ser o ensino de Graduação, mantendo uma unidade em geral chamada de “College of Arts and Sciences” ou “College of Letters, Sciences and Arts” que responde pela Graduação. (Não devemos nos esquecer de que, no Brasil, em 1934, quando foi criada (sob influência francesa) a Universidade de São Paulo, ela envolveu apenas a criação da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras – e a absorção da Faculdade de Direito, da Faculdade de Medicina, da Faculdade de Odontologia, da Faculdade de Saúde Pública, da Escola Politécnica, e, depois, da Faculdade de Administração de Empresas, à qual a área de Economia foi incorporada).

Assim, quando um jovem de 16 ou 17 anos, ao fim de cerca de onze ou doze anos de Educação Básica, com a conclusão da chamada High School nos Estados Unidos, pretende fazer um Curso Superior, ele tem pela frente um curso genérico e não profissionalizante voltado para as chamadas Artes Liberais. Ele pode, no máximo, escolher se vai se concentrar, ou nas Letras, Humanidades e Artes (em cujo caso receberá um diploma de Bachelor of Arts – BA) ou nas Ciências em geral (em cujo caso receberá um diploma de Bachelor of Science – BS). De posse desse diploma, ele pode pleitear ingresso, já em nível posterior à Graduação, em uma Escola Superior Profissionalizante de Direito, ou de Medicina, ou Engenharia, ou mesmo de Teologia, etc., ou fazer Mestrado e/ou Doutorado em uma das áreas básicas (Filosofia, Matemática, Física, Química, Biologia, etc.), ou, então, fazer um MBA (em geral em uma Escola Superior de Administração de Empresas).

Existem, ainda, nos Estados Unidos, os chamados Community Colleges, que oferecem, para egressos do Ensino Básico, cursos profissionalizantes de, em regra, dois anos, em áreas não consideradas muito nobres do ponto de vista acadêmico: Hotelaria, Restauranteria, Enologia, Moda, Cabeleiraria, Maquiagem, Decoração Interior, Jardinagem, etc. Alguns desses termos provavelmente não existem na Norma Culta, mas correspondem ao que se ensina nesses Community Colleges. Institutos Bíblicos são, na área da Religião Cristã, cursos equivalentes. (Por isso, quando afirmei, por escrito, em 1966, em jornal do qual eu era Redator Chefe, que o então quase centenário Seminário Presbiteriano de Campinas, onde eu estudava, era apenas e tão somente um Instituto Bíblico, a liderança da igreja ficou ofendidíssima. A instituição se via como uma Escola Superior de Teologia – e até estimulava que se usasse, mesmo antes de a designação se tornar comum, o nome Faculdade de Teologia de Campinas…)

Enfim, é isso. GCC era e continua sendo um dos melhores LAC dos EUA – e compete com o Wheaton College para ver qual é o melhor LAC cristão / evangélico / conservador do país.

[Posteriormente acrescentarei algumas notas aqui retiradas da Web]

Aqui vai a primeira nota:

From the Site of the Grove City College:

Grove City College: Purpose, History and Timeline

Purpose

Our purpose is to help you find yours.

Some things never change

A lot can happen over the course of nearly 150 years, and Grove City College’s rich history reflects that. But some things never change. The principles and values that the College was founded to advance – faithfulness, excellence, community, stewardship, and independence – are the same ones we hold fast to today, and our commitment to providing the best liberal arts and sciences education in the country is as strong now as it was in 1876.

1876: The Founding

Grove City College was founded in 1876 as Pine Grove Normal Academy. The leaders of the school hired 22-year-old Isaac C. Ketler to serve as principal. The school was small, but it grew quickly under Ketler’s leadership. The Academy soon began collegiate level coursework and received its charter to become Grove City College in 1884.

1876: Our First President

While many local people made significant contributions to the establishment of Grove City College, the school was the dream and lifelong work of Isaac C. Ketler, the College’s first president. When Ketler became president, only 13 students were enrolled and by the turn of the century, the enrollment had grown to 660 students, the faculty was enlarged to 20 members, and the campus had increased to 40 acres with four substantial buildings.

1895: The Pew Partnership

Joseph Newton Pew, founder of the Sun Oil Line Company, was elected President of the Board of Trustees and gave generously to the College. He served as board president until his death in 1912.

1913: The Second President: Focus on Academics

Dr. Alexander T. Ormond, the College’s second president, expanded faculty and revised the curriculum to become more competitive. He introduced Greek life to campus and created a hymnal for the College.

1916: The Third President: Surviving National Crisis

Dr. Weir Ketler ’08 was welcomed as the third president of Grove City College. He was a product of the school, a familiar and beloved professor and coach. During his tenure, Ketler led the College through extremely difficult times for our country: an economic depression and two world wars. During World War II, enrollment dropped more than 50%, but the College responded by operating several defense training programs for the government, making it possible for the school to survive.

1956: The Fourth President: Time of Expansion

Dr. J. Stanley Harker ’25, a Presbyterian minister, returned to his alma mater in 1956 to become Grove City College’s fourth president. The student body grew from 1,200 to 2,050 and the number of faculty increased from 80 to 120. The curriculum underwent extensive revision, the number of books in the library more than doubled, and eight buildings and several additions were constructed. Homecoming, Parents’ Day, and the sports program were expanded, and greater emphasis was placed on alumni and public relations.

1971: The Fifth President: Keystone Curriculum

Dr. Charles Sherrard MacKenzie, the college fifth president, was a newcomer to the College in 1971. During his term there was an increased emphasis on religious life on campus and three major buildings were constructed: Mary Ethel Pew Dormitory, J. Howard Pew Fine Arts Center, and the Weir C. Ketler Technological Learning Center. Perhaps the most significant change was the introduction of the Keystone Curriculum, which consisted of four courses required of all students, providing a common grounding in the liberal arts tradition.

1977: Title IX Challenge

In 1977 the College went to the Supreme Court over Title IX requirements. Availability of student federal financial aid had become the target of the government as a means to assert control over certain aspects of the College. In the end, Grove City College did not accept Pell Grants from students thereby making it a truly independent institution.

1991: The Sixth President: National Recognition

At the time of Dr. MacKenzie’s retirement, Dr. Jerry H. Combee was promoted to president – the sixth president of the college – from the position of academic dean at the College. Combee was instrumental in moving the College into a position of national prominence through an expanded marketing and public relations program. He placed great importance on improved relationships between the College and the community.

1996: The Seventh President: The Moore Era Legacy

Dr. John H. Moore, the seventh president, came to Grove City College in June 1996 with an extensive resume and left a profound legacy of excellence and service. In October 1996, Moore led the College through its withdrawal from federal student loan programs, which completed the College’s break from government oversight and regulation. An experienced international educator, Moore encouraged the College to prepare students for Rhodes and Fulbright Scholarships, and he instituted student exchanges to Japan and South Korea. He kept the College at the forefront of technology, and he and his wife, Sue, were instrumental in the design of the College’s 125th Anniversary Celebration in 2001.

1996: Federal Student Loan Program Withdrawal

The U.S. Department of Education insisted that the College sign a complex participation agreement that would expose Grove City College to extensive regulations and require the disclosure of the College’s financial reports. The College had no choice but to withdraw from the federal loan program and forbid its students from using Stafford/PLUS loans. To do otherwise would have ultimately resulted in federal control of the management of the College through regulations and other means.

1997: The Hopeman School

The School of Science, Engineering, and Mathematics was dedicated in honor of Albert A. Hopeman Jr., who selflessly served for 44 years on the Grove City College Board of Trustees.

2000: Change & Commitment Campaign

President Moore launches the $60 million ‘Change & Commitment’ Campaign, marking the College’s first capital campaign in history. During this campaign, donor participation among the College’s 23,000 alumni grew by more than 55%. The Hall of Arts and Letters and the Breen Student Union were constructed and a $4.5 million expansion of the J. Howard Pew Fine Arts Center were completed. In addition, a planned multi-million dollar renovation and expansion of the Carnegie Alumni Center was completed, and the campaign added $26 million to endowment earmarked for scholarship aid.

2002: The Calderwood School

The School of Arts and Letters was dedicated in honor of Dr. Alva J. Calderwood, an esteemed professor for 53 years and Dean of the College for 35 years.

2003: The Eighth President: A Renaissance

Under the leadership its eighth president, Dr. Richard G. Jewell ’67, the College grew physically, academically, and spiritually. Jewell saw the campus through the construction of Breen Student Union, Colonial Hall Apartments, Rathburn Hall, and STEM Hall, along with major renovations and significant upgrades to additional campus buildings. Jewell started and ended his term of office in the midst of massive capital campaign undertakings. The first campaign raised a record-breaking $69 million, the most ever for the College at the time. And the second, Grove City Matters: A Campaign to Advance Grove City College, shattered that record by generating over $90 million through the generosity of thousands of supporters, alumni and friends.

2011: The Call for Student Scholarships

In May 2011, Grove City College’s $90 million capital campaign, focusing on providing more student scholarships, updating the science, engineering, and mathematics buildings, and constructing a Christian activities building to house conferences, offices, and student groups continued with an increased emphasis on merit and need-based scholarships.

2014: The Ninth President: A New Vision and Values

Paul J. McNulty ’80 takes the helm as Grove City College’s ninth president. The fourth alumnus to serve as president, a former U.S. Deputy Attorney General and partner in the global law firm Baker & McKenzie. He oversaw the prosecution of terrorists in the aftermath of the infamous Sept. 11 attacks, set policy for prosecuting corporate fraud, and is considered a leading expert on business ethics, corporate governance, and regulatory risk management. Under President McNulty, the College developed a strategic plan for a strong and faithful future, codified the institution’s core values – faithfulness, excellence, community, stewardship, and independence – and created a statement of vision and mission to guide Grove City College with purpose and principle.

http://gcc.edu/Home/Our-Story/History
http://gcc.edu/Home/Our-Story/History/Timeline

Aqui vai a segunda nota:

From the site of  The Princeton Review

Grove City College: Its Nature

Grove City College is a leading liberal arts and STEM college that integrates faith and learning in a tight-knit residential community just a short distance from Pittsburgh, Pennsylvania. Founded in 1876, Grove City College was modeled after the nation’s fourth oldest institution of higher education, Princeton University. Thanks to the vision of its founder, Isaac Ketler, and the support of its benefactor and board chairman, Sunoco founder Joseph Newton Pew, Grove City College was built on the desire to provide an affordable education of the highest quality rooted in a rich Christian, moral, and ethical tradition and bolstered by a commitment to individual freedom and personal responsibility. To this day, the College maintains its foundational purpose, equipping its 2,400 students to pursue their unique callings through an academically excellent and affordable education in a Christ-centered learning and living community.

As one of the nation’s most rigorous Christian colleges, Grove City ranks in the top 12% of colleges and universities in the nation for alumni earnings, yet its tuition costs less than half that of peer institutions such as Wheaton College, the College of William & Mary, the University of Virginia, the University of Chicago, Emory University, and Williams College. Expense is not spared, however, when it comes to maintaining a dynamic community where students can fully engage on a stunning campus drafted by the venerable Olmsted landscape architecture firm. The Olmsteds designed New York’s Central Park and quintessential college campuses such as Yale, Cornell, American University, Harvard Business School, Notre Dame, Stanford, and John Hopkins. Atypical for Christian colleges, Grove City excels in science, engineering, and computer science, with 29% of its students in the STEM disciplines.

Because of an institutional emphasis on human flourishing, Grove City students can reach their full potential in a vibrant social scene that is conducive to meeting the college’s high academic standards. “As iron sharpens iron” (Proverbs 27:17), Grove City students push each other toward excellence, which is measurably reflected in the college’s 96% job and graduate school placement rate (from a 99% knowledge rate for the Class of 2016 within six months of graduation). The financial future for Grove City graduates is bright, especially considering they typically make 9% more than competitor college alumni during their first five years of employment, and 21% more ten years after graduation.

Known for its 1984 U.S. Supreme Court case, Grove City College v. Bell, the College provides its students with private scholarships, loans, and need-based assistance while remaining free from federal government entanglement to safeguard freedom of conscience. In addition to operating nearly debt-free, the College practices transparent tuition pricing, abstaining from the common practice of artificial “discounting.” As a result, the College does not transfer tuition dollars from some students to others as a recruiting tool. Thus, all students are charged the same price and enjoy equal opportunity to seek financial assistance and manage any remaining debt responsibly. In fact, 46% of graduates graduate debt free. Thanks to the College’s high four-year graduation and job-placement rates, Grove City students typically repay their loans three years early.

So where does this college committed to the old Princeton ideal of faith-and-learning integration fit into the spectrum of higher education? At the intersection of academic excellence, human flourishing in a Christian context, personal and professional success, and true value—that’s Grove City College.

https://www.princetonreview.com/schools/1022985/college/grove-city-college

Em Cortland, 24 de Janeiro de 2018

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s