Dia 32 – 20180121: O Dia da Virada

A razão para chamar este artigo de “O Dia da Virada” foi explicada no artigo de ontem: hoje, 21/1/2018, domingo, este blog está no seu trigésimo segundo dia de existência, contados a partir do primeiro artigo, publicado em 21/12/2017: hoje o blog tem 31 dias para trás e 31 dias pela frente. Estaremos hoje exatamente na metade de nossas férias.

Apesar da importância do dia em nossas férias, ele foi, relativamente “uneventful”, como se costuma dizer em Inglês: sem grandes acontecimentos.

Levantamos relativamente tarde, tomamos um café mais tardio ainda, e só bem depois do meio-dia fomos até o Shopping Eastwood Mall, aqui perto.

Lá zanzamos um pouco, e acabamos parando um bom tempo na loja Old Navy. Ali encontrei um casaco desses rústicos, de que eu gosto, muito parecido com um que era o meu favorito e, no ano passado, apareceu misteriosamente rasgado. Não resisti e comprei. Fui procurar a Paloma no outro lado da loja, o feminino, e ela estava imersa numa liquidação de roupas de todo tipo. Falei que iria me sentar em um banco bem na frente da loja, para espera-la. Ali fiquei até que ela apareceu  com as compras dela.

Não satisfeita, foi para a H&M, onde comprou outro tanto — tudo muito barato.

Voltamos para casa quase em cima da hora de ir para a casa da mãe da Andrea, para mais um jantar: o quarto meu, o quinto da Paloma (houve um enquanto eu estava no Canadá). Chegamos em casa, tiramos os pacotes, a Andrea também estava chegando e saímos em seguida, já meio atrasadinhos.

A comida estava, como sempre, ótima. Hoje era mexicana. As meninas da Andrea estavam lá, e o John levou a Sidney, a filha dele e melhor amiga da Olívia, minha neta mais velha.

Voltamos de lá com chuva, por volta das 20h30. Já cochilei um pouco, a Paloma já experimentou as roupas novamente, uma por uma. É inegável que fez um excelente investimento. Chegou a comprar algumas peças muito boas por menos de um dólar. Parece incrível, mas é verdade. Quando o pessoal aqui faz liquidação, realmente faz. Chamam de “clearance” — uma verdadeira limpeza de estoque.

Agora estou desperto.

Para terminar quero compartilhar uma ideia que realizei hoje, e que já me gerou alguns olhares meio atravessados de minha filha Andrea. Embora eu não seja o sujeito mais cuidadoso que existe com a limpeza de seus computadores, tento manter a tela e o teclado dos meus notebooks razoavelmente limpos. Especialmente aqui, com aquecedor central e coisas que tais, tenho notado que todo dia há uma certa camada de pó — um pó delicado — em cima das teclas, se eu deixo o notebook aberto. Limpar esse pozinho nem sempre é fácil, pois ele entra no meio das teclas. Vi que minha filha tem um pincelzinho muito bacana para esparramar pó ou outros produtos de maquiagem pelo rosto — acho que é para isso. Ao vê-lo aqui concluí que tinha achado minha solução para o problema que acabei de descrever. Hoje à tarde, na Target, onde havia ido para comprar um desodorante, encontrei uma prateleira cheia dos ditos pinceizinhos (*), alguns em oferta. Depois de prolongado processo de exame e tomada de decisão, concluí que precisava, não de um apenas, mas de dois. Assim, comprei dois:

Um mais larguinho, e de pelos bem macios, para limpar por cima:

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o outro, de pelos mais duros, para limpar nas beiradas das teclas e nas entre-teclas:

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É isso…

Usem sua criatividade para imaginar esses pinceizinhos (*), cada um deles exercendo a função para a qual o escolhi. E cada um dos leitores julgue segundo a sua consciência se minha compra valeu ou não valeu a pena. Se sua conclusão envolver críticas à minha decisão e a ação nela baseada, só posso dizer: quem estiver sem pecado desse naipe que atire a primeira pedra…

(*) NOTA EXPLICATIVA:

O plural de pincel é pincéis. Nem sei se a palavra continua acentuada. Para mim, continua. Coloquemos pincel no diminutivo e fica pincelzinho. O meu processador de texto não gosta nem de pincelzinho nem de pincelsinho (que, na segunda alternativa, me parece horrível). Procurei na Web  pelo plural de pincelzinho, assim no diminutivo. Discussões das mais ferozes: seria pincelzinhos? Ou pincelsinhos? Ou pinceisinhos? Ou pinceizinhos? Ou quem sabe pincelinhos? Meu processador de texto rejeita todos os cinco termos, da mesma forma que já havia rejeitado o inofensivo princelzinho, no singular. Usei meu direito de escolha como cidadão desta República de Letras e optei, certo ou errado, por pinceizinhos, que me parece mais kosher. Até que alguém me convença do contrário.

Em Cortland, 21 de Janeiro de 2018

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