Dia 01 – 20171221: Aniversário do Flávio em Santo André

Como disse na página de apresentação “About-This-Blog”, resolvi iniciar este blog hoje, dia 21 de Dezembro de 2017, apesar de só sairmos para os Estados Unidos no dia 26 de Dezembro, chegando lá no dia seguinte. Isto porque hoje viemos de nosso sítio em Salto, onde de fato residimos, para São Paulo, para poder comemorar com os parentes os festejos do Fim de Ano.

Na realidade, o primeiro festejo será comemorado hoje à noite, fazendo referência a algo que aconteceu ontem. Trata-se do 71º aniversário de meu querido irmão Flávio de Campos Chaves, que mora aqui perto, em Santo André. O aniversário foi ontem, mas no dia exato não pudemos estar com ele aqui. Combinamos que iríamos festejar com ele hoje à noite.

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Ói nós aí ontem à noite (21/12/2017)…
A Paloma Epprecht e Machado de Campos Chaves (mulher da minha vida), a Bianca Epprecht Machado França (filhota querida e muy guapa), a Inês Breder Chaves (cunhada que eu conheço  desde menininha, mulher do Flávio), a Eliane Chaves de Souza (minha irmã caçula, quinze anos e quatro meses mais nova do que eu…), o João Soares de Souza Sobrinho (meu cunhado, marido da Eliane, e unanimidade absoluta na família), eu (Your Majesties’ most humble servant), e o aniversariante do dia anterior, Flávio de Campos Chaves (meu querido irmão, três anos e três meses mais novo do que eu…)…
Mais de 360 anos acumulados numa foto só, se bem os conte.

Esbaldamo-nos comendo panetone e paçoquinha e café com canela até perto da meia-noite (só coisa sadia porque todo mundo estava de dieta, menos a Bianca…)…

O Flávio nasceu em 20/12/1946, à rua José Paulino 254, no bairro da Ponte Preta, em Campinas. Na verdade, hoje esse endereço é em todos os sentidos no Centro. Mas como a casa em que ele nasceu fica perto do pontilhão que leva o nome do bairro, o Pontilhão da Ponte Preta.

PontePreta

Acho lindo esse pontilhão de Campinas, no Bairro da Ponte Preta, perto do estádio da Macaca… Quando era criança gostava de ficar na frente do casarão do seu Chico, na Rua José Paulino 254, para ver os trens da Companhia Paulista de Estrada de Ferro passarem no pontilhão da Ponte Preta. O estádio da Ponte fica um pulinho dali… Na direção oposta fica o então magnífico Largo do Pará, que o Orestes Quércia mutilou para fazer passar uma via levantada, a Aquidaban… No processo, um bom pedaço do quintal de minha querida Tia Zulmira, mãe do meu querido primo, o violinista Antonio Carlos Gomes, foi pro beleléu… No Largo do Pará havia “olhos-de-boi”, que acho que era uma semente vermelha e preta linda, que eu gostava de colecionar. Minhas recordações mais antigas de Campinas são desses lugares. O Largo do Pará, o casarão do seu Chico, o pontilhão da Ponte Preta, a vista do campo da Ponte Preta por dentro quando a gente chegava a Campinas nos trens da Paulista…

No dia 24, a Véspera de Natal, iremos jantar na casa dos pais da Paloma, toda a família descendente do Machadinho que estiver na cidade. Além do jantar haverá a revelação de nosso pequeno e modesto Amigo Secreto…

No dia seguinte, o Dia de Natal, propriamente dito, o almoço será lá também. Eles acabaram de mudar para um apartamento novo no CECAP, em Guarulhos, que eu não conheço ainda.

Hoje não tenho muito que relatar. Mas espero que nos dias futuros eu possa encontrar várias coisas interessantes para descrever, descobrir várias fotos bonitas para compartilhar, etc. Espero, hoje, ao voltar da casa do Flávio, colocar aqui algumas fotos nossas lá [como de fato o fiz].

Sempre me lembro de que um grande amigo, e colega, meu, José Aristodemo Pinotti, professor universitário, médico, homem público (deputado federal em vários mandatos), já falecido, fazia aniversário também em 20 de Dezembro. Só que ele era doze anos mais velho do que o Flávio (e quase nove anos mais velho do que eu): nasceu em 1934 (enquanto o Flávio é de 1946). O Pinotti, ou Ari, como era chamado na intimidade, que foi meu colega na UNICAMP, e com quem eu tive o privilégio de trabalhar no Reitoria da UNICAMP, na Secretaria Estadual da Educação, na Secretaria Estadual da Saúde, na Secretaria Estadual do Ensino Superior, locais em que ele exerceu brilhantemente os cargos de Secretário e eu pude ajuda-lo sendo, respectivamente, de Pró-Reitor para Assuntos Administrativos, Diretor do Centro de Informações Educacionais, Diretor do Centro de Informações e Informática em Saúde, Secretário Adjunto… Quando ele foi Secretário Municipal de Educação da Cidade de São Paulo, também me chamou para trabalhar com ele, mas, na ocasião, eu estava muito envolvido com outras coisas e não pude atender o seu chamado. Senti muito a morte dele, em primeiro de Julho de 2009. Ele morreu com 74 anos e meio (mais ou menos) — a idade que eu (mais ou menos) tenho hoje.

Obrigado por nos acompanhar.

EC, em São Paulo, 21 de Dezembro de 2017

 

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